DEIXE-ME VIVER (2016) – CINEMA EM UM PARÁGRAFO

Deixe-me Viver se esforça para ser o pior filme do ano e consegue com louvor.

O longa Deixe-me Viver tem um claro objetivo: tratar da questão do aborto sob o prisma da doutrina espírita. O filme todo é uma demostração de como tal prática é condenável no mundo espiritual e as terríveis consequências dela. Advindo de uma expressão literária, fazem questão de explicar que os personagens foram alterados, pois aquilo é um filme (como se o público não tivesse percebido). A grande questão aqui é que TODOS os elementos cinematográficos estão errados. Roteiro com diálogos artificiais e expositivos, trilha invasiva e piegas, atuações afetadas e guiadas por uma direção nula. E vale um destaque especial para os efeitos visuais… Não me recordo de um vídeo game dos anos 90 ter algo ruim (convido-os a verem o trailer para comprovarem). Se não há dinheiro ou capacidade para fazer um cenário em CGI minimamente trabalhado… não o faça. Use locações reais (como é feito em alguns poucos momentos desse desastre filme). Creio que o filme não sirva sequer para o público-alvo já que ele a todo instante duvida da inteligência alheia. Um dos piores filmes do ano, pior que eu vi. NOTA 1/5 (leia-se o 1 como cotação, já que a nota em si não poderia ser diferente de zero)

Leia a fica técnica aqui.



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