Bright (2017) – Cinema em Um Parágrafo
Posters para "Bright"

Bright tem sindo injustamente subestimado pela crítica, apesar de ter sido bem recebido pelo público, com 88% no Rotten Tomatoes, por exemplo. Não é a oitava maravilha do mundo, tem seus problemas de roteiro e de ritmo, especialmente entre o primeiro e o segundo ato,  mas tem seus méritos na originalidade da premissa, na crítica social e na ousadia execução. Como uma alegoria ao racismo, Bright funciona relativamente bem, e tem como grande mérito colocar um personagem negro na posição de alteridade, enfrentando o próprio preconceito em relação a outra raça, ainda que sustente o discurso politicamente correto. Nada mais realista do que isso, mesmo em um contexto de um distopia mágica, como se estivéssemos no mundo de  O Senhor do Anéis, 2000 anos depois. Infelizmente, David Ayer – também diretor de Esquadrão Suicida – desperdiça alguns bons momentos do filme com alívio cômico no timing errado e retira um pouco da densidade da crítica social ao racismo quando a história entra definitivamente no mundo da magia. Ainda assim, Bright é um bom entretenimento.

uer mais Cinema em um Parágrafo? Confira:

Tower

Código de Silêncio

Clinical

Not rated yet!

Bright

20171 h 57 min
Overview

Num mundo futurista os seres humanos convivem em harmonia com os seres fantásticos, como fadas e ogres. Mesmo nesse cenário infrações à lei acontecem e um policia humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar em conjunto com um orc (Joel Edgerton) para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

Metadata
Director David Ayer
Writer Max Landis
Author
Runtime 1 h 57 min
Release Date 22 dezembro 2017

Nota do Razão de Aspecto

 

O que você achou?

 
[Total: 0    Média: 0/5]