Westworld – Ep.2.10 (Crítica do episódio e da temporada)

AVISO !!!

ESTE TEXTO CONTÉM SPOILERS

 DA SEGUNDA TEMPORADA DE WESTWORLD

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As análises dos episódios anteriores podem ser encontradas aqui.

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O último episódio da segunda temporada de Westworld entregou o que se espera de um fechamento de ciclo: encerrou alguns arcos de histórias, revelou alguns mistérios (com direito a pelo menos um ou dois bons plot twists) e alicerçou as bases gerais para o seguimento da trama na temporada seguinte.

De modo geral já se sabia qual seria a estrutura do episódio: desde os primeiros episódios da temporada havia a perspectiva de que o season finale traria o encontro de todas as tramas paralelas para um mesmo local, batizado como Além do Vale, Forja ou Glory, dependendo de quem se referisse a ele. Nesse sentido, o episódio não trouxe surpresas, o que não prejudicou sua qualidade.

Um ponto positivo do episódio foi sua noção de grandiosidade, amparado, em grande medida, pelo visual desértico e pelas referências bíblicas utilizadas (outro traço recorrente na temporada). Impossível não comparar a procissão da Nação Fantasma e dos que a ela se juntaram, sob a liderança de Akecheta, a Moisés fugindo do Egito em direção a uma terra prometida. A saga de Moisés empresta também influência a Maeve, que, se não abre o Mar Vermelho, usa suas habilidades para segurar a horda de anfitriões enlouquecidos até que sua filha possa se salvar. Além disso, Clementine cavalga entre os anfitriões trazendo o caos, como um cavaleiro do Apocalipse – alegoria mencionada explicitamente por Charlotte Hale. Por fim, uma inundação deixa para trás vários corpos, o que pode ser associado ao dilúvio bíblico.

Outra escolha bastante acertada na simbologia do episódio diz respeito ao conteúdo da Forja. Dolores já havia mencionado anteriormente na temporada que “Glory não é um lugar, é uma arma”. A tal arma nada mais é do que o conhecimento, representado pelos livros em uma biblioteca. Conhecer profundamente os “adversários”, os seres humanos, é mostrado como a única maneira da anfitriã chance no mundo fora do parque. Como complemento, as páginas dos livros que codificam os humanos mostram um misto de cartões perfurados e de partituras para pianolas automáticas, estas últimas presentes na abertura da série. O resultado é um misto de nostalgia em meio a uma série futurista. Perfeito.

A visão pessimista que a série adota sobre os seres humanos foi coerentemente reiterada no episódio: eles não apenas são inclinados à violência e à destruição, entregando-se a imoralidade quando acreditam não haver regras estabelecidas, como, na verdade, são muito simplórios. As ideias do sistema-Logan-da-Forja são duras: não existe grande espaço para o livre-arbítrio, já que os humanos tendem apenas a seguir seus instintos ou princípios básicos. O diálogo da série com a impressão oferecida pelo mundo contemporâneo é instantâneo.

Grosso modo, o fechamento das tramas também foi adequado, ainda que os saltos entre linhas temporais e uma edição um pouco trôpega possa ter deixado alguns espectadores confusos. Ficamos sabendo como Bernard foi parar na praia, onde foi encontrado pela Delos no início da temporada, bem como o destino (ao menos momentâneo) dos principais personagens.

Uma rima de roteiro bastante elegante diz respeito ao uso da frase “o real é aquilo que é insubstituível”. Neste episódio, Dolores pronuncia a frase. Ela já havia sido usada anteriormente na temporada, por Bernard, em uma das sessões de conversa com a anfitriã. Como agora sabemos que aquelas sessões se passavam após os eventos na Forja, fica claro que o uso dela por Bernard é parte de sua nova programação, feita pela própria Dolores. Em outras palavras, na série ouvimos Bernard falar primeiro, mas na ordem cronológica dos fatos ele está apenas ecoando uma opinião de Dolores.

A revelação sobre a verdadeira identidade de Charlotte Hale na linha temporal pós-batalha na Forja foi igualmente um belo achado do final da temporada. Já havia especulações de que Hale poderia ser uma anfitriã (como acontece com todo e qualquer personagem humano nessa série), mas a forma como ela se tornou uma anfitriã, sob o comando de Bernard, foi uma novidade para a maioria.

O toque final veio na cena pós-créditos, capaz de confundir totalmente quem não acompanha não apenas os episódios como notícias e comentários de fãs e produtores. Com base nas teorias atuais e em entrevistas de Lisa Joy, produtora executiva e coautora da série (e diretora do excepcional quarto episódio desta temporada), o que aconteceu foi o seguinte: ao longo da temporada, o Homem de Preto que acompanhamos era humano. Após matar a filha, ele enlouquece e começa a questionar se ele próprio seria um anfitrião, mergulhado em um jogo de Robert Ford. Após ter sua mão ferida pela bala ricochetada, o Homem de Preto é encontrado pela Delos e levado para a praia, em cena mostrada no episódio.

Se não confiarmos totalmente na criadora da série, que pode não ter revelado todas as cartas sobre isso, há uma cena, identificada pelo Razão de Aspecto ainda no primeiro episódio desta temporada, que abre espaço para outra teoria. Ao final da temporada anterior, o velho William estava bastante machucado após a sova que tomara de Dolores, usava uma tipoia no braço e fumava longe da festa quando ocorreu o assassinato de Ford. Nesta temporada, em sua primeira cena ele se encontra sem a tipoia e embaixo de um cadáver, tendo sobrevivido à revolta dos anfitriões. A “troca” de William humano por uma versão artificial teria ocorrido em algum ponto entre a primeira temporada, o que justificaria a inverossímil resistência do personagem aos tiros e a frase de Ford, de que o novo jogo teria sido feito para o Homem de Preto.

Mas e a cena pós-créditos?  Ela se passa em um futuro indefinido, provavelmente um pouco distante. Ali, William já é um híbrido humano-anfitrião, e está sendo testado, sem que se saiba ainda com que objetivo. Há uma anfitriã com a aparência de sua filha, Emily (afinal, o ideal é que entrevistas de fidelidade sejam feitas por um rosto conhecido, como fica estabelecido no episódio 2.4). Pelo comentário feito por essa anfitriã, o sistema da Forja é não existe há muito tempo, “bem como o que restou” do mundo de William.  As apostas são de que a cena se passa em um ambiente pós-apocalíptico, após o planeta ter sido dominado pelos anfitriões. Será que parte dos anfitriões quer reviver William para enfrentar uma possível Dolores ditatorial?

A série também deu continuidade a um uso muito inteligente das canções na trilha sonora – seja em releituras nos mais diversos ritmos (até o de música hindu!), seja no diálogo das letras das canções com as cenas mostradas, como aconteceu no episódio final. Ao ouvir o Thom Yorke cantar “you’ve done nothing wrong/slide your hand/jump off the end/the water’s clear and innocent”, fica quase a impressão de que os autores escreveram a cena baseada na música, invertendo a lógica.

E o “passageiro” do título?  O termo pode ser encarado como a função primária dos anfitriões, que é a de ser um veículo para sua programação;  pode também fazer referência ao destino de diversos personagens da série, alguns passageiros para um novo éden virtual e outros passageiros para fora do parque; e pode ainda, como explica Robert Ford, se referir aos próprios humanos, passageiros – e não condutores – de seu próprio destino.

Mas nem só de qualidades viveu o último episódio da segunda temporada de Westworld.  Ademais de uma edição apressada – talvez necessária ao ritmo do episódio, mas nem por isso menos abrupta –, houve alguns momentos em que as decisões de roteiro foram, no mínimo, questionáveis.

Um deles foi a morte de Lee Sizemore. Se, por um lado, ofereceu-se o fan service de finalmente ouvir o discurso escrito para Hector na primeira temporada (e interrompido por um visitante) ser proferido em sua totalidade, por outro a cena pareceu duplamente forçada.  Em primeiro lugar, pela motivação do personagem. Desde a temporada passada, fica claro que Sizemore um egocêntrico que quer preservar sua vida e seu status. Sua aliança com Maeve inicialmente teve um teor de sobrevivência. Assim que lhe foi conveniente, convocou a segurança da Delos para escapar de volta para a segurança de La Mesa. Mesmo que partamos do princípio que ele mudou de ideia e tenha decidido ajudar Maeve e seus amigos, chegar ao ponto de um sacrifício de morte parece um exagero. Além disso, e, em especial, pelos seus dotes de escritor/orador, pareceu claro que ele poderia atrasar os homens da Delos sem necessariamente chegar ao ponto de ser assassinado.

Um segundo incômodo disse respeito ao uso da bala amassada por Dolores. Mesmo deixando de lado o fato de que uma bala amassada impede o fechamento correto do tambor da arma, há uma certa conveniência de roteiro de que a bala exploda exatamente quando William atiraria na cabeça de Dolores. Aliás, é bem ex machina (pun intended) a decisão de Dolores de levar consigo o Homem de Preto até a Forja (veja bem, ele é o homem que já abusou dela seguidas vezes), bem como a decisão dele de ajudá-la. Outra boa vontade exigida do espectador em relação ao roteiro foi, a facilidade com que os personagens retiraram e colocaram unidades de controle de anfitriões neste episódio destoou do que foi estabelecido anteriormente na própria temporada.

Do ponto de vista técnico, pontuou negativamente o efeito especial utilizado para mostrar a porta para o paraíso virtual dos anfitriões. O contraste entre o mundo árido do deserto e a pradaria verdejante foi excelente, mas o “rasgo” no céu pareceu muito artificial, aquém da qualidade que a própria série já demonstrou.

Aliás, a própria revelação sobre o que era a tal porta deixou uma sensação ambígua e agridoce: em uma espécie de movimento contrário ao estabelecido no filme Matrix (1999), desta vez é oferecido aos anfitriões a solução de um mundo virtual, em que suas consciências acreditam estar vivendo em um paraíso, mas que estão a uma formatação de dados da extinção definitiva. Dolores parece ter garantido a segurança dessas consciências, ao menos por um tempo, mas não deixou de parecer uma espécie de prêmio de consolação.

Por fim, houve uma profusão de diálogos explicativos, como na entrada do pessoal da Delos na Forja, em que é reafirmado, pela undécima vez na temporada, que cada visitante do parque foi copiado e armazenado. Esse tipo de diálogo é relativamente comum, em especial para deixar alguns pontos mais claros para a audiência. No caso de Westworld, a estrutura narrativa da série, propositalmente confusa, acaba demandando mais desse tipo de recurso, algo que justifica, mas não torna melhor o resultado final.

Os rumos apontados para o futuro da série foram intrigantes o suficiente para manter a atração dos espectadores. São três grandes perguntas: como será a relação de Dolores e Bernard fora do parque; como ficarão os parques da Delos após a rebelião dos anfitriões; e como o Homem de Preto foi transformado em um híbrido.

No primeiro caso, vários espectadores e críticos identificaram a semelhança do embate entre Dolores e Bernard como aquele do Professor Xavier e Magneto, nas histórias dos X-Men. Ambos querem salvar sua raça, mas um deles acredita na coexistência, enquanto o outro planeja extermínio e/ou dominação. A justificativa para Dolores reviver Bernard, no entanto, é algo capenga, a menos que ela tenha planejado se utilizar de algum controle sobre Bernard no futuro. Do contrário, é algo que funciona poeticamente no roteiro, mas que faz pouco sentido.

Nesse mesmo núcleo, fica a curiosidade sobre as mentes contidas nas cinco unidades de controle retiradas do parque por Dolores. Uma dela, claro, é a de Bernard. De quem serão as outras quatro? Eu não apostaria em Maeve e seus aliados: estes serão recauchutados nas mãos de Félix e Sylvester, e possivelmente serão importantes para eventuais novas tramas dentro do Westworld. Ao menos sabemos que Stubbs estará lá para tomar conta dos anfitriões, a função que lhe foi dada por Robert Ford.

Aliás, sobre esse personagem, o roteiro é bem sucedido em colocar uma grande ambiguidade em seu diálogo com Hale-Dolores. Ele usa todo o jargão de anfitrião (como “impulso fundamental”, por exemplo, ou não se lembrar de quando Ford o contratou), o que poderia revelar sua identidade. Entretanto, essas mesas frases podem ser entendidas de forma metafórica, o que possibilita aos escritores da série dar continuidade da forma como desejarem.

“The Passenger”, episódio maior, com uma hora e meia de duração, foi, para o bem e para o mal, um espelho da própria série: bem produzido, muito bem atuado, intrigante, lindo para os olhos… mas ao mesmo tempo um pouco confuso e se utilizando de algumas conveniências e facilitações de narrativa em seu roteiro.

ooo ooo ooo

Em termos temáticos, a primeira temporada concentrou-se na questão do despertar da consciência dos anfitriões, da dualidade de comportamentos em face da ausência de controles e da existência ou não de uma possibilidade de livre-arbítrio. O parque de Westworld era uma grande diversão para os visitantes, e uma mistura de tortura e prisão para os anfitriões que lentamente ganhavam consciência. Nesta segunda temporada, permanece a discussão sobre as escolhas, mas acompanhada agora de reflexões sobre a busca da imortalidade (por meio de um filho, de perpetuação das histórias e memórias, ou de um corpo artificial indestrutível). O parque agora é um experimento da Delos, um local aonde os visitantes iam para se divertir, mas acabavam tendo sua vida copiada e analisada – em uma relação agudamente dolorida com as redes sociais e outras ferramentas de profiling na internet.

Se, do ponto de vista dos temas, a série evoluiu bem, a forma escolhida pelos realizadores para conduzir a segunda temporada foi problemática. Na primeira temporada tínhamos narrativas em mais de uma linha temporal, o que foi enganou a audiência, até certo ponto, mas de uma forma mais coesa e elegante. Na segunda temporada, a escolha por um narrador não-confiável, que confundiu as próprias memórias, passou um pouco do ponto em termos de compreensão da audiência. O esforço por parte da audiência de entender a trama e elaborar teorias acaba algo frustrante, já que os escritores da série estabelecem premissas para depois dizerem “não era bem isso” (vide a declaração de Bernard sobre ser responsável pela morte dos anfitriões no lago, quando, na verdade, Dolores provocou a inundação).

Esse é um movimento arriscado: ao mesmo tempo em que estimula a criação ininterrupta de teorias por parte dos fãs ardorosos da série, ela tende a afastar o espectador menos bitolado, para quem as ida e vindas, simulações, memórias reais e imaginadas e personagens que não são quem parecem ser pode soar bastante confuso.

Mais do que isso, Westworld pode estar se encaminhando para uma lostnização, na pior acepção do termo. Ao utilizar sempre frases grandiosas, com mais de um sentido possível, e nem sempre bem explicadas no correr da série, os autores estão, na aparência, criando uma série com várias camadas de interpretação, mas, de fato, estão deixando espaços reservados para a própria incoerência interna. Lisa Joy e Jonathan Nolan, principais criadores da série, parecem hipnotizados com a beleza de sua obra, mas mais preocupados em criar um quebra-cabeças rebuscado e de difícil conclusão do que em investir no que a série tem de melhor, que são os arcos dos personagens e as discussões sobre a relação entre o homem e a tecnologia como reflexo da própria existência humana. Já houve, igualmente, a utilização de flashbacks E flashforwards, algo que começou de forma genial e vigorosa em Lost, mas com o tempo foi ficando aguado e esticado demais.

E com esses mistérios convenientes, a série mostrou uma Maeve superpoderosa, mas não se sabe por que outros anfitriões conscientes, como Dolores, Bernard ou Akecheta, não possuem as mesmas habilidades. Há a misteriosa munição de Westworld, à qual o Homem de Preto parece resistir indefinidamente, Dolores é capaz de resistir a muitos tiros, mas Maeve, Armistice ou Hector, não (e é bom lembrar que Hector sobreviveu maciçamente baleado ao conflito com os homens da Delos em La Mesa, após a temporada anterior). A mudança abrupta na decisão de Dolores sobre o destino dos anfitriões deve ter sido resultado sei lá de quê, e eu nem vou comentar o fato de a Nação Fantasma querer capturar apenas à Lee e aos humanos, em parte da temporada, mas ser condutora dos anfitriões rumo à terra prometida, em outra (para que diabos eles queriam os humanos, então?). Pensando bem, as razões pelas quais Ford se deixou matar nunca ficaram 100% convincentes…

É claro, há sempre a possibilidade de que algumas dessas bagunças no roteiro serem explicadas futuramente. A esperança dos fãs é a última que morre…. Mas sabemos, por séries anteriores (inclusive do mesmo produtor), que é muito mais provável que essas zonas cinzas sejam deixadas assim, para serem cobertas pela imaginação de quem não quer ver falhas.

A segunda temporada de Westworld manteve, de modo geral, sua qualidade técnica de realização e atuações acima da média por parte de todo elenco – com destaque para Jeffrey Wright, Ed Harris e Tandie Newton. Junto aos atores da temporada passada (incluindo um inesperado retorno de Anthony Hopkins), novos rostos, como os de Katja Herbers e Zahn McClarnon (respectivamente Emily e Akecheta) não deixaram nada a dever aos protagonistas da série. Some-se a isso as participações especialíssimas de Rinko Kikuchi e Hiroyuki Sanada, em ShogunWorld. Seria sensacional revê-los na série.

Aliás, sobre ShogunWorld e sobre o episódio dedicado à origem de Akecheta, cabe uma reflexão. Foram dois dos episódios mais belos da temporada – outra prova de que a mistureba temporal não é uma condição para uma boa trama. Por outro lado, pareceram digressões algo desnecessárias em relação à trama principal, em especial no primeiro caso. Novamente, isso pode ser reinterpretado por revelações de temporadas posteriores, mas como é impossível fazer crítica do futuro, por hora pareceram mais bonitos do que propriamente úteis à história.

Do ponto de vista de encaminhamento das tramas paralelas, houve algum desnível de ritmo, de modo que pouco aconteceu ao núcleo de Dolores durante mais de metade da temporada, enquanto o núcleo de Maeve ou o de Arnold viviam acontecimentos dinâmicos. Foco da temporada anterior e queridinha da série, Dolores foi bem menos interessante desta vez. Pensando pelo lado bom, isso reforça o fato de que a série é construída para não ter um ou dois protagonistas específicos, muito menos para que seus papéis (como heróis ou vilões) possam ser rotulados facilmente.

Apesar dos deslizes, bem superiores aos da primeira temporada, Westworld seguiu sendo uma das séries mais interessantes da atualidade, tanto pela qualidade da produção quanto pelos temas discutidos. Com a próxima temporada prevista para apenas para 2020, muitas teorias e discussões terão lugar. Espera-se que Joy e Nolan encontrem um equilíbrio um pouco mais preciso entre intrigar a audiência e contar uma boa história. Até lá, vamos congelar nossas funções motoras.

Mas antes, não percam o final da cobertura do Razão de Aspecto sobre a segunda temporada de Westworld, com uma Mesa Quadrada especial dedicada à série. Na sexta-feira, 6 de julho, às 20h.

Agradecemos aos leitores que nos acompanharam ao longo desses 10 episódios. Procuramos priorizar textos explicativos e densos, e não a velocidade de publicação das críticas. Esperamos que tenham gostado.

 

 por D.G.Ducci

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