NETFLIXING: CÓDIGO DE SILÊNCIO (BURNING SANDS, 2017) – CINEMA EM UM PARÁGRAFO
 
 
Código de Silêncio estreou no Festival de Sundance 2017, na mostra competitiva de dramas estadunidenses. Na cobertura do Conexão Sundance, comentei o filme no Dia 10. O filme trata do ingresso jovens calouros na universidade e sua jornada para ingressar em uma fraternidade. Nada muito original, a não ser pelo fato de que, neste filme, se trata de uma universidade negra. Código de Silêncio inclusive repete o tema – mas não a abordagem – de O Trote (Goat), que também concorreu no Festival de Sundance 2016Código de Silêncio, entretanto, enfatiza os reflexo do racismo no comportamento da própria comunidade negra, além do machismo e do assédio sexual às universitárias – outro tema candente na sociedade estadunidense atual. O ponto forte do filme são as atuações, que são muito intensas e difíceis, considerando o grau de violência envolvido. O diretor e co-roteirista Gerard McMurray optou por uma jornada convencional: um grupo de calouros que tenta ingressar na fraternidade, do qual alguns se adaptam aos testes com facilidade, os mais fracos se submetem  a grande humilhações, e o protagonista enfrenta o dilema entre a honra e discordância daquilo que está presenciando, até que um evento catártico encerre o jornada do herói. Não se trata da quintessência do cinema moderno, mas é um filme competente e bem executado, que faz pensar. Nota 3,5/5.
 
Leia a Ficha Técnica aqui
Assista o vídeo de comentário de Código de Silêncio no Festival de Sundance 2017:
 
 

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