OS TRÊS MELHORES FILMES DE JANEIRO DE 2017
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Ao final de cada mês, em 2017, trarei para vocês o que vi de melhor e pior naquele período. Irá valer apenas os lançamentos no Brasil. Cada lista terá 3 longas e uma possível menção honrosa (ou desonrosa) quando eu achar necessário. Em todos eu colocarei os links para as críticas completas, onde vocês terão mais detalhes e as notas.

Vamos então começar essa jornada pelo que teve de melhor em Janeiro, mês que vi 24 lançamentos:

Menção Honrosa: Até o Último Homem, indicado para melhor filme e que conta com a volta de Mel Gibson na direção. Veja aqui a crítica completa sobre o filme.


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3) EU, DANIEL BLAKE:

Eu, Daniel Blake estreou na primeira semana do ano e já nos brindou com uma bela obra. Vencedor da Palma de Ouro em Cannes, o longa justifica o título ao nos passar uma obra humana, sensível e empática. Temos a história de um homem que foi obrigado a se afastar do emprego, devido a um problema de saúde, e tenta comprovar tal circunstância ante um Estado falido administrativamente. Ótimas atuações de Dave Johns e Hayley Squires (e até da mirim Briana Shann). Eu, Daniel Blake é silencioso, de um silêncio que coaduna com a ausência das autoridades, mas grita no momento certo – uma voz abafada, porém poderosa.

Confira aqui a crítica completa de Eu, Daniel Blake


O que falar do filme que tem encantado a indústria? Vencedor de 7 Globos de Ouro e recordista de indicações ao Oscar, com 14 menções. La La Land vem como franco favorito aos principais prêmios. Os méritos são vários: números musicais belos e marcantes – com planos sequências surpreendentes, atuações carismáticas, uma trama que usa do clichê para distorcê-lo, um subtexto sobre lutar pelos objetivos, uma fotografia que ajuda a narrar o filme… Enfim, La La Land transcende o gênero e encanta até quem não ama musicais. Obra Prima.

Confira aqui a crítica completa de LA LA LAND – Cantando Estações

Envolvente, voraz, sensual, intrincado, belo, arte… A Criada é tudo isso e mais… Somos jogados em uma trama onde ela nos surpreende a todo instante – e de forma orgânica. Tudo é pleno aqui. Desde a mise-en-scène com objetos e cenários vívidos, passando pela entrega das atrizes, até os enquadramentos e precisão da câmera. Se o cinema coreano nos presenteou com O Lamento e Invasão Zumbi no ano passado, ter também A Criada é algo mágico. CINEMA na potência máxima no melhor filme de janeiro.

Confira aqui a crítica completa de A Criada


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E você viu quantos filmes em Janeiro? E qual foi o teu top 3 do mês? 

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