Charlote SP (2016) – Cinema em um Parágrafo

Charlote SP é o primeiro filme nacional filmado com câmeras de celular. Mas ele decepciona em vários aspectos – todos, para ser mais preciso. A história se foca no confronto de dois mundos: a modelo rica/pai magnata e o cineasta com pouca grana (apresentados de forma simplista e maniqueísta). A trama é clichê e mal trabalhada. O visual e o áudio têm problemas, dado o estilo de filmagem que o diretor Frank Mora não esconde. A trilha enche a tela e tenta cobrir o vazio narrativo, porém não consegue. E Charlote SP conta com erros muito feios de continuidade e uma montagem atrapalhada. As interpretações são artificiais, tal qual os diálogos. O tempo, duas horas, é longo demais para quase que só experimentar essa técnica de filmagem. O que vale um destaque positivo (além do pioneirismo) são as citações a filmes e séries clássicos, mas mesmo este elogio é feito com ressalvas. Nota: 1,5/5

Leia a ficha técnica aqui.

Por Lucas Albuquerque

Posts relacionados
  • 15 out 2016
  • 0
Não quer entrar para tomar uma xícara de café? O Razão de Aspecto dá início uma parceria com podcast Café com Cinema do Cine Drive...
  • 29 jan 2016
  • 0
O incansável Maurício nos traz mais 4 filmes: Jaqueline (Argentine), Cemetery of Splendor, Resilience e o terror Carnage Park.
  • 27 jan 2017
  • 0
Roubos de trens, pai e filho tentando se entender,  um thriller irlandês e um escritor como protagonista.  Sundance é só filme bom !    ...